• Natália Ribeiro

T&D como estratégia para o negócio

Com a globalização dos negócios e o intenso desenvolvimento tecnológico, o forte impacto das mudanças e das transformações, está surgindo uma eloquente constatação na maioria das organizações: o grande diferencial e a principal vantagem competitiva da empresa decorrem das pessoas que trabalham nela. São as pessoas que mantêm e conservam o status quo já existente, e são elas – apenas elas – que geram e fortalecem a imaginação, a criatividade e a inovação e o que deverá vir a ser (Chiavenato, 2003)


Segundo Daft (1999, p. 146): Administração estratégica é um conjunto de decisões e ações usadas para formular e implantar estratégias que irão fornecer um ajuste competitivamente superior entre organizações e o seu ambiente para atingir as metas da organização.


A administração estratégica é um processo usado para auxiliar gerentes a responder questões estratégicas, tais como: Onde está a organização agora? Onde a organização deseja estar? Que mudanças e tendências estão ocorrendo no ambiente competitivo? Que cursos de ações irão auxiliar a atingir nossas metas? Através da administração estratégica, os executivos definem uma direção global para a organização, que é a estratégia geral da empresa.


Por meio de estratégias de integração do indivíduo da organização, como na convivência, nos diálogos, nos momentos de socialização e compartilhamento que é construído a base de uma cultura e suas concepções.

Com essa relação, os valores e princípios são transmitidos e incorporados pelos novos membros, e uma forma estratégica mais usual de fortalecer essa estrutura da empresa é com os programas de treinamento e integração de novos funcionários, que assumem formatos e durações diversas conforme a organização.


Os gestores contribuem com conhecimentos, competências e proporcionam decisões e ações que dinamizam a organização (Chiavenato, 2014)



Figura 1: O guia Essencial – Treinamento e Desenvolvimento - Gupy

O trabalho de consolidar crenças, valores e normas de comportamento exige uma abordagem em múltiplas frentes, como recrutar pelo fit cultural, aplicar testes de personalidade profissional e usar os líderes para promover a cultura. Entre elas, aparecem os programas de treinamentos e desenvolvimento de pessoas.


Como afirma Chiavenato (2003, p. 19): “para aumentar a eficácia humana nas organizações, torna-se necessário intervir no nível sistêmico por meio de abordagens educacionais”.